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SÉRGIO DE ASSIS BRASIL

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A cultura brasileira empobrecida

 

Ricardo Seitenfus

           Apagou-se uma luz. Com o falecimento do Professor Sérgio de Assis Brasil é a cultura brasileira que termina o ano mais pobre. Homem curioso. Curioso homem. Sérgio honrou ao longo de sua trajetória um nome de família com raízes que se confundem com a história brasileira. Mas Sérgio foi além. Interessou-se pela Cultura, pelas Artes, pelo Cinema, pela Pedagogia, pelo Jornalismo, pela Televisão, pelo Rádio e pelo Direito.

         Provou que é possível continuar sendo ele mesmo ao longo de toda uma vida. Nada o abalava. Nada o fazia divorciar-se do que era e daquilo em que acreditava: nem as luzes da ribalta; nem os holofotes momentâneos; nem os modismos; nem a bajulação e sequer as inúmeras dificuldades.

         Jamais também se divorciou de Santa Maria, de sua gente, de sua cultura. Com todas as dificuldades que impõe a vida cultural em uma cidade do interior, ele sempre sonhou e realizou: documentários; filmes; debates na televisão, no rádio, na Universidade. Não foi um agitador cultural. Foi um criador e um transmissor de cultura. Modesto, nunca pretendeu ser maior do que sua obra.

         Sérgio foi essencialmente um humanista com refinado senso de humor e de humanidade. Apreciava o que há de mais nobre na vida e deixa órfãos centenas de estudantes de jornalismo que foram seus alunos. Deixa órfãos seus ouvintes dos comentários pertinentes, das dúvidas legítimas e das entrevistas, embora educadas, sem concessões, que realizou ao longo de décadas. Além disso, quem não se deliciou antecipadamente com as receitas culinárias saborosamente apresentadas pelo Sérgio?

         Como Diretor da Faculdade de Direito de Santa Maria (FADISMA

A cultura brasileira empobrecida

A cultura brasileira empobrecida

 

Ricardo Seitenfus

           Apagou-se uma luz. Com o falecimento do Professor Sérgio de Assis Brasil é a cultura brasileira que termina o ano mais pobre. Homem curioso. Curioso homem. Sérgio honrou ao longo de sua trajetória um nome de família com raízes que se confundem com a história brasileira. Mas Sérgio foi além. Interessou-se pela Cultura, pelas Artes, pelo Cinema, pela Pedagogia, pelo Jornalismo, pela Televisão, pelo Rádio e pelo Direito.

         Provou que é possível continuar sendo ele mesmo ao longo de toda uma vida. Nada o abalava. Nada o fazia divorciar-se do que era e daquilo em que acreditava: nem as luzes da ribalta; nem os holofotes momentâneos; nem os modismos; nem a bajulação e sequer as inúmeras dificuldades.

         Jamais também se divorciou de Santa Maria, de sua gente, de sua cultura. Com todas as dificuldades que impõe a vida cultural em uma cidade do interior, ele sempre sonhou e realizou: documentários; filmes; debates na televisão, no rádio, na Universidade. Não foi um agitador cultural. Foi um criador e um transmissor de cultura. Modesto, nunca pretendeu ser maior do que sua obra.

         Sérgio foi essencialmente um humanista com refinado senso de humor e de humanidade. Apreciava o que há de mais nobre na vida e deixa órfãos centenas de estudantes de jornalismo que foram seus alunos. Deixa órfãos seus ouvintes dos comentários pertinentes, das dúvidas legítimas e das entrevistas, embora educadas, sem concessões, que realizou ao longo de décadas. Além disso, quem não se deliciou antecipadamente com as receitas culinárias saborosamente apresentadas pelo Sérgio?

         Como Diretor da Faculdade de Direito de Santa Maria (FADISMA

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