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Formação para Liderança e Colaboração Discente: primeiro projeto já saiu do papel

Formação para Liderança e Colaboração Discente: primeiro projeto já saiu do papel

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Atividades acontecem na Escola Municipal de Ensino Fundamental Júlio do Canto

No próximo dia 10 de dezembro, a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 71 anos de sua promulgação. De lá para cá, 192 países que compõe as Nações Unidas assinaram o documento que, mesmo ainda sem força de lei, serve como referência para a criação de constituições e tratados internacionais.

Alguns desafios ainda permeiam a aplicação efetiva desses direitos, e isso está relacionado principalmente à falta de vontade política, muitas vezes sob a justificativa dos altos custos dos investimentos sociais.

No Brasil, ainda há uma interpretação equivocada a respeito do tema. Segundo matéria da BBC, no país, na opinião de seis em cada dez brasileiros, "os direitos humanos apenas beneficiam pessoas que não os merecem, como criminosos e terroristas". No entanto, os Direitos Humanos são aqueles aos que todas as pessoas, sem distinção, deveriam ter acesso: direito à vida, à segurança, à liberdade, à saúde, à moradia, alimentação e liberdade de expressão.

No intuito de promover o aprendizado e a reflexão para jovens de uma escola pública acerca dessa temática, teve início, no último dia 13, o Projeto ABC dos Direitos Humanos, proposto pela aluna Lauren Teixeira de Moraes, do curso de Direito da FADISMA.

Como funciona

O projeto é um dos 14 que estão em curso e são desenvolvidos dentro da Formação para Liderança e Colaboração Discente da FADISMA, gestionado pela professora Liana Merladete, coordenadora do Programa de Inovação e Cultura Educacional da CINPER e também do Núcleo de Estudos em (Web)Cidadania da FADISMA.

Em parceria com uma colega impactada nesse ciclo de colaboração, Patrícia Curtis, foi escolhida a Escola Municipal de Ensino Fundamental Júlio do Canto para abordar a temática de Direitos Humanos fundamentais.

O principal objetivo é democratizar o conhecimento por meio de atividades lúdicas que englobam roda de conversa, desenhos e música, na expectativa de fazer dos sensibilizados pequenos grandes multiplicadores da informação dentro de seus lares, junto a familiares, colegas e amigos.

   

O desenho é uma das ferramentas utilizadas pelas acadêmicas Lauren Moraes e Patrícia Curtis para ensinar aos alunos sobre os Direitos Humanos fundamentais

O projeto desenvolve-se a partir de cinco núcleos de trabalho: laboratório e subsídio, preparação, comercial, treinamento, aplicação e avaliação. Neste momento, o foco está na avaliação e a expectativa é de novas contribuições nesse campo e no crescimento da trajetória de Laura enquanto líder e multiplicadora. Para ela, a experiência tem ampliado seus horizontes.

"A aplicação da ação agregou não só para minha formação como acadêmica, mas como pessoa. Penso que nós, enquanto futuros juristas e pensadores do Direito, deveríamos, sempre que possível, aproveitar oportunidades como essa para ter contato com as mais diversas realidades e analisar quanto à efetividade dos nossos direitos, garantias e deveres", afirma a aluna.

Para a professora Liana Merladete, os resultados já são visíveis:

“Estou orgulhosa e noto, sobretudo, a atenção às competências socioemocionais como principal ganho. O extrapolar das quatro paredes nos faz reconhecer o significado de nossas ações, impacto de nossos projetos e, sobretudo, levanta a reflexão individual sobre sua função e lugar de fala nesse mundo, com problemáticas urgentes e emergentes”, afirma a professora.

As alunas envolvidas no projeto receberam apoio, como tutor ativista, do egresso Pablo Petri e, ainda, buscando o olhar de aconselhamento da professora Karen Wolf, que atuou como curadora, e com quem tiveram uma espécie de laboratório a partir da reconhecida iniciativa Gigantes Invioláveis, oficina que abordava os direitos fundamentais elencados na Constituição Federal através de uma história infantil, onde cada direito é referenciado em um animal.

Sobre a Formação para Liderança e Colaboração Discente

O objetivo do programa é trabalhar no protagonismo do aluno, no seu crescimento pessoal e no seu desenvolvimento enquanto potencial profissional, perpassando por lições de liderança e colaboração a partir de teoria e prática de planejamento estratégico, desdobramento de forças, fraquezas, ameaças e oportunidades, gestão de tempo, negociação, comunicação, entre outros pontos, num processo convergente junto a egresso(a) tutor(a) ativista e impacto a outros colegas, tudo alinhado com encontros focais de feedback e controle junto à professora coordenadora do programa.

 

                      

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