ACADÊMICOS SIMULAM SOLUÇÃO PARA CONFLITO NO ÁRTICO

        Estudantes do 3º semestre de Direito da FADISMA simularam uma solução pacífica das controvérsias no Ártico. A atividade foi realizada no final de novembro dentro da disciplina de Organizações Internacionais, sob a orientação da professora Cristine Koehler Zanella.

        O Ártico tem sido motivo de disputa pelos seguintes países: Canadá, Estados Unidos, Noruega, Dinamarca e Rússia. Todas essas nações têm territórios compreendidos pelo Oceano Polar Ártico e têm interesse na expansão de seus territórios.

        A primeira tentativa de disputa pela região aconteceu durante a Guerra Fria, quando Estados Unidos e a então União Soviética procuravam encurtar o caminho para chegar ao território de seus oponentes. Através de convenções internacionais ficou estabelecido, entretanto, que a exploração econômica poderia compreender até 200 milhas de seus territórios.

        Com o derretimento das calotas polares, um novo fator fez com que a disputa retornasse: encontrar novas reservas de petróleo e de gás natural. Alguns cientistas norte-americanos acreditam que até 25% das reservas de hidrocarbonetos ainda não descobertas estão no Ártico.

        Cada nação tenta de alguma forma garantir a sua soberania. A Rússia tem realizado expedições e fincado a sua bandeira na região dizendo que é uma extensão de seu território. O Canadá informou que tem uma agenda agressiva para proteger a região e explorar o espaço aéreo e as riquezas econômicas. Os demais envolvidos não reconheceram a soberania da Rússia e do Canadá e estão tomando providências para isso.

        Com base nesse conflito recente, os acadêmicos simularam uma atuação em que a Corte Internacional de Justiça delibera sobre a disputa dos países que lutam pelos territórios no Ártico. Os acadêmicos se dividiram em três grupos: O primeiro representou o Canadá, os Estados Unidos, a Noruega e a Dinamarca; o segundo, a Rússia e o terceiro, a Corte Internacional.

        Estudantes do 3º semestre de Direito da FADISMA simularam uma solução pacífica das controvérsias no Ártico. A atividade foi realizada no final de novembro dentro da disciplina de Organizações Internacionais, sob a orientação da professora Cristine Koehler Zanella.

        O Ártico tem sido motivo de disputa pelos seguintes países: Canadá, Estados Unidos, Noruega, Dinamarca e Rússia. Todas essas nações têm territórios compreendidos pelo Oceano Polar Ártico e têm interesse na expansão de seus territórios.

        A primeira tentativa de disputa pela região aconteceu durante a Guerra Fria, quando Estados Unidos e a então União Soviética procuravam encurtar o caminho para chegar ao território de seus oponentes. Através de convenções internacionais ficou estabelecido, entretanto, que a exploração econômica poderia compreender até 200 milhas de seus territórios.

        Com o derretimento das calotas polares, um novo fator fez com que a disputa retornasse: encontrar novas reservas de petróleo e de gás natural. Alguns cientistas norte-americanos acreditam que até 25% das reservas de hidrocarbonetos ainda não descobertas estão no Ártico.

        Cada nação tenta de alguma forma garantir a sua soberania. A Rússia tem realizado expedições e fincado a sua bandeira na região dizendo que é uma extensão de seu território. O Canadá informou que tem uma agenda agressiva para proteger a região e explorar o espaço aéreo e as riquezas econômicas. Os demais envolvidos não reconheceram a soberania da Rússia e do Canadá e estão tomando providências para isso.

        Com base nesse conflito recente, os acadêmicos simularam uma atuação em que a Corte Internacional de Justiça delibera sobre a disputa dos países que lutam pelos territórios no Ártico. Os acadêmicos se dividiram em três grupos: O primeiro representou o Canadá, os Estados Unidos, a Noruega e a Dinamarca; o segundo, a Rússia e o terceiro, a Corte Internacional.

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